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sexta-feira, 22 de abril de 2011

FLUP - 1º Festival Fluminense de Poesia - dia 29 de abril em Barra de São João, município de Casimiro de Abreu.


O 1º Festival Fluminense de Poesia - FLUP vai acontecer no dia 29 de abril em Barra de São João, município de Casimiro de Abreu.
Será uma maratona poética de 24 horas com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, da Prefeitura de Casimiro de Abreu, da Academia Fluminense de Letras, do Cenáculo Fluminense de História e Letras, da Academia Niteroiense de Letras, da Libre - Liga Brasileira de Editoras - e de projetos poéticos independentes, como o "Corujão da Poesia", "Um brinde à poesia" e "Uma noite na taverna".
A programação do festival inclui palestras, feira de livros, oficinas, recital, concurso de poesias, show de MPB e uma virada poética noite
adentro, com microfone aberto a todos os participantes.
Os trabalhos classificados no concurso serão publicados pela editora Nitpress
dentro de uma antologia do FLUP. Haverá albergues masculino e feminino oferecidos pela prefeitura de Casimiro de Abreu a preço simbólico e transporte gratuito - limitado ao número de vagas - para os primeiros que se inscreverem.
Algumas prefeituras de cidades fluminenses, como São Gonçalo e Cabo Frio, também estão oferecendo transporte gratuito aos interessados.
As inscrições devem ser feitas pelo email nitpress@nitpress.com.br , informando nome, idade, identidade e telefone.
Maiores informações e a programação completa do FLUP podem serencontradas no site da editora (www.nitpress.com.br) e no endereço
Luiz Augusto Erthal
Editora Nitpress
(21) 2618-2972 / 8102-3230


Finalmente um evento cultural que promete. Faz tempo sonhamos um evento desse porte em nossa tão querida Costa do Sol. Como costumamos dizer: Quem sabe FAZ! Quem quer, REALIZA!
Pena não podermos nos orgulhar de ler que nossa cidade, Rio das Ostras, consta na lista de apoiadores. Nem pela prefeitura, nem pela FROC. Fazer o quê, né? Só lamentar...

Um brinde aos idealizadores, organizadores, realizadores e apoiadores desse projeto! 
Sucesso e vida longa! Que essa seja só a primeira de muitas edições.

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quarta-feira, 2 de março de 2011

Momento para refletir certos valores.

Recebi esse vídeo por e-mail e o achei simplesmente fantástico! Tanto na mensagem, como na maneira criativa e inteligente que passaram a mesma. Logo me lembrei, de algo recente que aconteceu comigo.  Fui convidada para fazer parte da equipe de um jornal que era de Curitiba e que veio para Tamoios - Cabo Frio - RJ. Pois bem, aceitei de imediato a proposta, não só por estar mesmo precisando de grana, mas a proposta que tive foi realmente muito boa. A única exigência que fiz, foi que eu tivesse a mesma liberdade que tenho aqui no Rebate, de escrever sobre o assunto que quisesse, dentro da proposta do tal jornal. Pois bem, tudo transcorria de uma maneira muito legal, até que... Começaram as censuras. Não com um argumento plausível, mas por pura ignorância e preconceito camuflados na "pele de cordeiro" da religião da dona do jornal.  Primeiro veio a censura sobre um personagem de humor que havíamos criado. O argumento: Tem um pano vermelho cobrindo parte da mesa, garrafas de algumas bebidas e velas. E por isso, só por isso, foi censurado como sendo macumba. Nem preciso dizer que de macumba ali não havia absolutamente nada, ou preciso? O tal pano vermelho é um lenço do PC italiano, entre as bebidas, vinho chileno e aguardente brasileira. As velas, duas, em castiçais luxuosos, faziam parte do contexto de toda uma gama de objetos de um cenário meticulosamente improvisado e improvável, tanto quanto o personagem e suas intenções. Claro que ficamos estarrecidos com um argumento como esse, tão "esclarecedor". Mas, até aí, decidimos aproveitar o personagem e a matéria para um outro jornal e tudo bem. Tudo bem? Como assim... Não demorou e, nova surpresa vinda diretamente dos lábios da dona do tal jornal, com ênfase no tom de indignação da mesma, ela nos contou que: "Imagina que o presidente de uma ONG gay de Cabo Frio me procurou, pedindo que eu divulgasse em meu jornal, sobre a  I parada gay que vai acontecer em Tamoios. Pedi desculpas a ele, não tenho nada contra. Mas, não posso publicar uma coisa como essa em meu jornal. O que vão dizer meus amigos, que me conhecem e sabem da minha religião?"
E isso porque ela nem sabia que havia uma matéria pronta sobre a parada gay de Rio das Ostras, organizada pela ONG Cores da Vida, que diga-se de passagem, foi bem organizada e muito legal. Nem adiantou tentarmos dialogar. Retiramos todas as nossas matérias e a maior parte da equipe de redação e criação se retirou desse "próspero e culto" projeto de jornal. Que saiu em sua primeira edição, com a presidente Dilma na capa, vestida de vermelho e fazendo com os dedos das duas mãos o símbolo de paz e amor, ou V de vitória. Seria a primeira mulher presidente do Brasil também macumbeira e os tais gestos com os dedos, não poderia ser então, de uma maneira subliminar, a representação dos chifres do diabo? Acredito então, seguindo essa linha de raciocínio, que mostrar um único dedo da mão, especialmente sendo ele o mais longo, não seja um gesto obsceno e sim, a sugestão de um unicórnio. Epa! Seria também o unicórnio um símbolo do capeta?
Será que já não passou da hora de rever certos valores, assumir as próprias ignorâncias e preconceitos e parar de usar o nome de Deus para justificá-los?

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sábado, 10 de abril de 2010

" Quem vai pagar as contas desse amor pagão..." Caleidoscópio - Paralamas do Sucesso.






"-Quem vai pagar as contas desse amor pagão
  Te dar a mão, me trazer à tona prá respirar
  Quem vai chamar meu nome ou te escutar?
  Me pedindo para apagar a luz
  Amanheceu, é hora de dormir
  (...)Não é preciso apagar a luz
  Eu fecho os olhos e tudo vem (...)" 
 
Caleidoscópio - Paralamas do Sucesso.
 
 
Quero muito, mas muito mesmo agradecer aos funcionários Maria da Penha Barbosa, 
funcionária há 20 anos da Pousada das Tartarugas, com carteira assinada 
(Foi o primeiro emprego dela). Olha só que maravilha!
Renato Ribeiro da Silva e Wallace Gregório, sem os quais talvez fosse inviável 
essa reportagem. O orgulho e admiração que estes funcionários falam de seu empregador,
Celso Aldiguere Goulart, com carinho, admiração e respeito. Só nos faz acreditar 
que é um bom empresário, gestor e amigo de seus funcionários.
Como sub secretário de turismo, nada posso falar, já que não conheço seu trabalho.
 
Quando cheguei a Pousada, eles estavam fazendo, como dava, a limpeza do local. A maré havia dado uma trégua. Mas antes mesmo que saíssemos de lá, ela já voltava a dar sinais que a atenção não poderia ser descuidada.
Perguntei a eles, se tinham hóspedes naquele momento. Sim, afirmaram e que já haviam 
tomado as providências de removê-los para as suítes da parte da frente da Pousada, onde
é mais seguro. 
Perguntei também, se houve algum contato da Defesa Civil com eles, já que são praticamente
vizinhos. Se foi passada alguma orientação quanto a segurança e a como agir no caso da maré 
subir ainda mais. E a resposta foi unânime: Não! Nenhum contato, nenhuma visita ao local até 
então, nenhum folheto explicativo, absolutamente nada.
O que achei bastante estranho, concordam?
 
 
 
Srª Maria da Penha Barbosa.
Renato Ribeiro da Silva, Wallace Gregório e Srª. Maria da Penha Barbosa 
 
 
 
 
 
  Até porque, lendo o site da Prefeitura, para acompanhar os fatos li a seguinte informação:
 
E qual não foi minha surpresa ao ver o frame que abre quando você clica em IMPRIMIR...
 
Lembram-nos do NOSSO compromisso com o meio ambiente. 
                      E o deles????

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